Relaxa, you control freak.

Comentei há pouco em um blog querido o quanto realmente eu assinaria umas folhinhas ratificando que a maternidade deveria mesmo ser como seguir receita de bolo, daqueles bolos de caixinha, bem previsíveis e fáceis. Não por comodismo, mas pela garantia de que se está fazendo do jeito certo, rs.

Claro que não é bem assim. Filhos são uma responsabilidade daquelas bem grandinhas. Não só por nos caber alimentar, educar e etc, mas especialmente pela força do amor que sentimos, que nos compromente até o último fio de cabelo com a felicidade deles. Pensa?
Boa notícia é que essa carga psicológica pode ser relativamente aliviada, na medida em que nos permitimos errar e não surtamos de culpa a cada vez que algo sair fora do nosso controle.

É mesmo inerente ao dia-a-dia de uma mãe ( eu ia escrever "ao exercício do maternar", aff ) esse vai-vem de questionar-se toda hora a respeito de si mesma e das escolhas tomadas, every day.

Pras nossas jóias preciosas o que conta no fim das contas é ter uma mulher-mãe feliz e resolvida exercendo sua função, com muito amor e paciência. Consciente de que não existe receita, de que a vida se apresenta mesmo de forma nem sempre previsível, e muitas vezes é bem melhor justamente por isso.
E esse é o barato. Um dia não é igualzinho ao outro de propósito e é assim mesmo que deve ser.

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