A mamadeira
Por volta dos oito meses o Gabriel já fazia meu peito um pouco de chupeta, vamos combinar, né? Mas faz parte. Então que ele às vezes, depois de satisfeito, queria mamar e ver as coisas ao redor, conversar, tralalá, enfim: me machuquei lindo. Como a essa altura ele já comia até picanha, rs, o arranhãzinho infecctou, naturalmente, e abriu-se um buraco no meu peito. Outro susto em vocês, hehe.
A recomendação foi que eu suspendesse a amamentação naquela mama... mas como?? Além de ser o peito que produzia mais leite, de nada adiantava cortar de um e dar o outro, se a sucção de um peito estimula a produção nos dois, quem já amamentou bem o sabe. Sem contar o fato de que o Gabriel só dormia mamando.
Bom, fui persistente, resiliente, e continuei amamentando também no peito machucado, porém menos. Acabei vencendo a feridinha apenas tomando o antibiótico.
Mas agora depois que ele completou um ano a mesma história se repetiu. A médica do São Luiz foi categórica: - Tem que parar Natalia. Não infectou dessa vez mas a ferida pode aumentar.
Percebi que não se tratava mais de recomendação médica, mas de determinação médica, sabe assim? Respirei fundo... Meu bebê de um ano parecia muito dependente do peito.
- Olha, a médica disse "corta". Disse pro Ro quando saí da sala.
Aquele dia marcou também por uma chuva torrencial daquelas de verão e não tivemos como sair do São Luiz Anália Franco e voltar pra Guarulhos. Tomamos o maior chá de cadeira lá. Eu ainda amamentei ele um pouco, por que ele começou a reclamar um pouquinho e estávamos "ilhados"...
Daí que cheguei em casa, já bem tarde, dei a jantinha dele, e miau, cortei o tetê nesse dia.
Só por Deus gente. Ele dormiu de cansado. No dia seguinte até a empregada chorou de dó, mais de mim, acho. Eu sentia como se fosse um fim de um relacionamento. Sem contar o leite que meu organismo ainda produzia.
Pra encurtar a história, esse menino é show de bola. Expliquei pra ele que o tetê estava dodói, etc, e fui tentando introduzir a mamadeira, atrapalhadamente.
Uma semana depois viajamos para os Estados Unidos e por sorte encontrei uma mamadeira lá que parecia mais com o meu peito, rsrsrsr.. e ele amou! Sucesso! Tive que tomar um remedinho, dose única, pra dizer pro meu corpo parar de produzir leite, que ninguém queria mais. E fui tocando decidida.
Hoje, nem um mês e meio depois, ele está super feliz com o tetê novo. Perdeu o "vício" do peito totalmente. Até já ofereci só pra testar, mas nada, quer saber não..
Ele está ótimo, deu uma engordada e o intestino está melhor também...
Olha, se não fosse esse acontecido a vaca leiteira aqui não teria cortado nunca, imagina?? E eu que achava estranho ( sério mesmo ) ver bebezões grandes já mamando em suas mães.
Há situações que só vivenciando pra entender.
Final feliz então pro meu capítulo "amamentação".
Qual será o próximo tricky one? Tirar a fralda, mandar pra escolinha? Ou ficar grávida de novo e ficar com dois?
Boa sorte pra nós mamães que amamos tanto a cria, né? Bençãos de Deus.
Nota: Não ficou nenhuma cicatriz e meu peito tb não ficou caído.
A recomendação foi que eu suspendesse a amamentação naquela mama... mas como?? Além de ser o peito que produzia mais leite, de nada adiantava cortar de um e dar o outro, se a sucção de um peito estimula a produção nos dois, quem já amamentou bem o sabe. Sem contar o fato de que o Gabriel só dormia mamando.
Bom, fui persistente, resiliente, e continuei amamentando também no peito machucado, porém menos. Acabei vencendo a feridinha apenas tomando o antibiótico.
Mas agora depois que ele completou um ano a mesma história se repetiu. A médica do São Luiz foi categórica: - Tem que parar Natalia. Não infectou dessa vez mas a ferida pode aumentar.
Percebi que não se tratava mais de recomendação médica, mas de determinação médica, sabe assim? Respirei fundo... Meu bebê de um ano parecia muito dependente do peito.
- Olha, a médica disse "corta". Disse pro Ro quando saí da sala.
Aquele dia marcou também por uma chuva torrencial daquelas de verão e não tivemos como sair do São Luiz Anália Franco e voltar pra Guarulhos. Tomamos o maior chá de cadeira lá. Eu ainda amamentei ele um pouco, por que ele começou a reclamar um pouquinho e estávamos "ilhados"...
Daí que cheguei em casa, já bem tarde, dei a jantinha dele, e miau, cortei o tetê nesse dia.
Só por Deus gente. Ele dormiu de cansado. No dia seguinte até a empregada chorou de dó, mais de mim, acho. Eu sentia como se fosse um fim de um relacionamento. Sem contar o leite que meu organismo ainda produzia.
Pra encurtar a história, esse menino é show de bola. Expliquei pra ele que o tetê estava dodói, etc, e fui tentando introduzir a mamadeira, atrapalhadamente.
Uma semana depois viajamos para os Estados Unidos e por sorte encontrei uma mamadeira lá que parecia mais com o meu peito, rsrsrsr.. e ele amou! Sucesso! Tive que tomar um remedinho, dose única, pra dizer pro meu corpo parar de produzir leite, que ninguém queria mais. E fui tocando decidida.
Hoje, nem um mês e meio depois, ele está super feliz com o tetê novo. Perdeu o "vício" do peito totalmente. Até já ofereci só pra testar, mas nada, quer saber não..
Ele está ótimo, deu uma engordada e o intestino está melhor também...
Olha, se não fosse esse acontecido a vaca leiteira aqui não teria cortado nunca, imagina?? E eu que achava estranho ( sério mesmo ) ver bebezões grandes já mamando em suas mães.
Há situações que só vivenciando pra entender.
Final feliz então pro meu capítulo "amamentação".
Qual será o próximo tricky one? Tirar a fralda, mandar pra escolinha? Ou ficar grávida de novo e ficar com dois?
Boa sorte pra nós mamães que amamos tanto a cria, né? Bençãos de Deus.
Nota: Não ficou nenhuma cicatriz e meu peito tb não ficou caído.

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